segunda-feira, 28 de abril de 2008

Nem melhores,nem piores...Apenas diferentes!


Depois da excelente vitória do Leixões em Leiria e depois de levar consigo um milhar de adeptos apaixonados vou deixar uma referência a um artigo publicado num jornal universitario da UP. Para ver o artigo na integra podem aceder ao link: http://jpn.icicom.up.pt/2008/04/21/leixoes_um_porto_de_paixao_um_jogo_no_mar.html



Leixões: "Um Porto de paixão", um jogo no Mar



Viveu-se de tudo no Estádio do Mar. Sofrimento, esperança e desespero, muito desespero. Afinal, o amor pelo Leixões não tem limites.
Uma tarja, um sentimento. A claque do clube, a "Máfia Vermelha", dava o mote que rapidamente se estendeu aos restantes seis mil leixonenses que num domingo chuvoso se deslocaram ao Estádio do Mar para mais um jogo do seu Leixões. O adversário era o Estrela da Amadora. Mas para quem veste de vermelho às riscas, isso pouco interessa. "Por um Leixões mais forte, todos unidos até à morte".
Ainda antes do apito inicial, a mancha encarnada circundava o estádio numa espécie de romaria popular. À porta, duas horas antes da bola rolar, leixonenses vestidos a rigor dividiam-se nas discussões, uniam-se no sentimento. "Sou de longe, mas venho sempre ver o Leixões. É o meu primeiro clube", dizia um adepto de cachecol ao pescoço ansioso por ver a porta 4 abrir-se.
Por entre as conversas, a história do velho rival Boavista também não faltou. "Então aquele tipo foi preso? Coitados, ainda não se livraram dum e já estão a levar com outro", maldiziam os adeptos do emblema da Cruz de Pau. Entretanto, era cada vez maior e mais impressionante a concentração vermelha nas imediações do recinto leixonense.
Às 14h45 abriram-se as portas para gáudio dos milhares de fanáticos que, há horas, aguardavam a invasão ao Mar. Em poucos segundos, um estádio deserto virou palco de festa, com a bancada reservada aos sócios do Leixões a encher-se de corações esperançosos. As nuvens carregadas pairavam constantemente sobre o relvado, reclamando quase a atenção dos presentes. Mas o olhar e o coração destas gentes tinham apenas um nome: Leixões.
Irromperam palmas. Do Mar ouvia-se o som de quem parecia aguardar por este momento há muito tempo. "Leixões, Leixões, Leixões". E era apenas e só o aquecimento. A acompanhar as palmas, os cânticos e todo o entusiasmo nas bancadas, o hino do Leixões.
Minutos a fio ouviu-se sem interrupções "Ó meu Leixões/Nobre aguerrido/Ó meu Leixões/De peito erguido/Sempre na luta/Por um ideal/És no desporto/Franco e/Leal quando o Leixões/Entra a jogar/Os corações a palpitar".
À medida que a hora avançava, aumentava o nervosismo. Afinal, não há amor que se construa sem sofrimento, e o Leixões precisava de ganhar para apaziguar o receio da massa adepta de uma eventual descida de divisão. O jogo começava, perdia-se a razão. Agora, quem comandava era o coração.
Os minutos foram passando. A cada remate falhado um grito fazia eco no Mar. Os mais sofredores não aguentavam o turbilhão de emoções que deles se apoderava e à falta de mais soluções era o árbitro que levava com a raiva: "gatuno", "palhaço". A tradicional e tão própria linguagem do futebol não faltou num jogo que caminhou sem golos para o fim. Perto desse mesmo fim, gritou-se golo. Mas não. O empate a zero manteve-se. O desespero dos leixonenses também.
"Não jogam nada, ponto final"
De ouvidos colados no rádio, muitos adeptos foram, no entanto, dando a boa nova às pessoas do Mar. "O Paços empatou, menos mal", gritava um, como que aliviando a dor de um jogo menos conseguido do seu Leixões. "Vá lá. Nada está perdido", consentiu outro à medida que descia as escadas para sair do estádio.
Cá fora, o cenário de há três horas repetia-se. Uma onda imensa de encarnado engolia a zona envolvente do estádio do Leixões. Com uma diferença. O estado de espírito. A desilusão era patente. "Não há que encontrar desculpas no árbitro. Não jogam nada, ponto final", desabafava um anónimo no meio da multidão.
E houve quem levasse o desabafo bem a peito. Com as ruas mais desertas e o jogo já nas actas, alguns não quiseram deixar o sofrimento roê-los por dentro e aguardaram pela saída da equipa. O jogo no Mar terminava com a emoção dos adeptos, daqueles que vivem o seu Leixões como ninguém, a pedir justificações àqueles que afinal sempre apoiaram. É assim o futebol. É assim o Leixões.


Por Duarte Monteiro - ljcc05037@icicom.up.pt

Publicado: 21.04.2008

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Dia da Liberdade

Hoje é um dia de festa. Festa pela liberdade conquistada em 25 de Abril de 1974 por um conjunto de grandes homens que desafiou a tirania e a desgraça em que o país estava mergulhado.Apesar de não ter participado na revolução dos cravos agradeço-lhes por hoje poder expressar os meus ideias livremente e não ter de passar a minha juventude a combater em África. A eles o meu muito obrigado.

Não entendo como uma pessoa como Oliveira Salazar possa ser sequer nomeado para Grande Português. Um assasino pode ser nomeado para grande homem?? Eles que perguntem isso ás mães dos soldados mortos em África, eles que perguntem isso aos torturados e mortos pela PIDE, eles que perguntem isso ao povo esfomeado que vivia iludido por uma celebre frase: "Orgulhosamente sós". Enfim...penso que muita gente não aprendeu a lição!
Não vamos cair nos pseudo valores que a sociedade capitalista nós quer impôr. Nós jovens temos de ter espirito critico e revolucionário para que Portugal seja cada vez mais um pais prospero e livre.

"em cada esquina um amigo, em cada rosto igualdade"

quinta-feira, 24 de abril de 2008

XII Baptismo e Troca de Graduações da Associação Capoeirarte

XII Baptismo e Troca de Graduações da Associação Capoeirarte


25, 26 e 27 de Abril de 2008
Porto - Portugal


PROGRAMAÇÃO


· Sexta-Feira dia 25 de Abril – Pasteleira (Rua Gomes Eanes de Azurara, 129 – Porto)
o Das 9:30 às 13:00 – Workshop de Capoeira com os Mestres convidados.
o Intervalo para almoço.
o Das 14:30 às 18:00 – Workshop de Capoeira com os Mestres convidados.
o Das 20:30 às 23:00 – Roda de Abertura.


· Sábado dia 26 de Abril – Spot Bar (Rua Brito e Cunha – Matosinhos)
o Das 10:00 às 13:00 – Projecção de Vídeos, Roda e Troca de Graduações.
o Intervalo para almoço.
o Das 14:30 às 18:30 – Lançamento do CD “Versos de uma Senzala” do Formado Cigano – Associação Capoeirarte, Palestra sobre a musicalidade na Capoeira, Projecção de Vídeos e Troca de Graduações.
o Das 21:00 às 02:00 – Convívio com demonstrações de Frevo, Côco, Maculele e Capoeira.



· Domingo dia 27 de Abril – Centro Paroquial do Padrão de Légua (Rua Padre Manuel Bernardes – Padrão da Légua)
o Das 16:00 às 19:00 – Apresentação de Danças, Baptizado dos novos alunos e Roda de Encerramento.


AVISO
Esta programação poderá estar sujeita a alterações.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Gunga´s Blog


Neste blog irei publicar artigos de meu interesse. Irei abordar diversos temas como: desporto(com principal incidência para capoeira e futebol), turismo, politica,viagens,e outros assuntos...

Sempre que puderem visitem e comentem.

Espero que vos agrade! Para começar fica uma foto da minha ultima viagem fora da Europa. Foto tirada em Playa del Carmen pelo meu amigo peruano Piero em Agosto de 2007